Fábrica da Arte
O terceiro CD celebra os 10 anos da banda e mantem o que foi conquistado com os primeiros trabalhos: o respeito da crítica, o espaço na mídia regional, o compromisso com a música de qualidade e a satisfação de seu público.FÁBRICA
DA ARTE
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Pedro
Comecei a tocar violão aos 13 anos porque a música já fazia parte da minha vida desde a infância. Em casa, meu pai tinha muitos discos de jazz e clássicos da MPB.
Parece que, naquela época, no Rio de Janeiro, todo garoto queria ter uma banda. Eu tocava com o pessoal do bairro, com os amigos de praia e com os colegas da escola.
Minha irmã participava de uma banda e eu comecei a ensaiar com eles, todos mais velhos do que eu. Um dia ela resolveu sair da banda e eu continuei. Não parei mais.
Eu e alguns colegas formamos a banda Mamãe Ganso, era uma banda de rock progressivo e que acabou fazendo com que eu estreitasse meu contato com a guitarra.
Aos 21 anos, mudei-me pra São Paulo pra fazer a faculdade e lá participei da banda “Nunca fecha”. Na verdade, ensaiávamos na cozinha da casa de um dos integrantes e o nome do grupo, portanto, pretendia fazer um trocadilho com café e chá. Tínhamos um trabalho autoral.
Depois participei de um trabalho instrumental feito com violão, gaita e percussão. Foi minha primeira experiência em estúdio.
Finalmente, em Araçatuba, conheci Márcio Kadá num show do Lobão que ele produziu e nos tornamos amigos. Recentemente o pessoal da Fábrica me convidou para participar deste projeto e, confesso, estou curtindo demais.