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CURTAM OS POEMAS ENVIADOS PELOS AMIGOS DA FÁBRICA!
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POEMAS DA TALITA NAYLA
Tece a canção com movimentos suaves dos dedos sobre o violão, sobre o papel...
Movimentos dos lábios. Movimentos da alma.
Costura o Céu e a Terra, coração, alma e canção.
Tece o amor em palavras e melodia com sua sede de estrelas
(há sede de tê-las nas linhas das minhas mãos).
E é tão profundo e puro o seu jeito de tecer:
transforma o mundo, reforma o saber.
O tecido da estrela sonora está pronto.
Tem a textura de alma e brilho de uma coisa eterna.
Quem se veste desta seda se sente leve,
livre das tristezas, mais espírito, menos matéria.
Fábrica da Arte:
fabrica o som que a alma emite
quando acolhe o amor
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(Sem título)
Estudante da minha dor
Estandarte do meu louvor...
Um zumbido aflito
do piscar dos
teus olhos castanhos
acordou a borboleta
da minha alma...
Ela só vai dormir
novamente
quando estiver pousada
no teu semblante,
estudante da minha dor,
e estampada
na bandeira da tua aura estrelada.
Estuda minha dor
para curá-la
Canta, que meu louvor
acorda junto contigo
e vai dormir
no teu abrigo
a borboleta da paixão.
Chega de aplaudir na
solidão!
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O que eu sou
Eu sou o céu
Porque tenho nuvens nos olhos
E posso fazer chover
Porque tenho o sol no peito
E posso te amanhecer
Eu sou o som
Porque tenho acordes nos lábios
E posso beijar teus ouvidos
Porque tenho cordas nas veias
E posso alastrar o teu zunido
Eu sou a terra
Porque tenho sementes na alma
E posso fazer brotar
Porque tenho raízes nos dedos
E posso te anunciar
Eu sou o amor
Porque sou espírito
E posso ser eterna
Porque tenho sonhos...
Tenho o universo em mim...
Sou uma alma pós-moderna
(todos os direitos reservados)
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DESGASTE
Eu não estou revoltada
A poesia é que está!
Estou infeliz porque fui assaltada
Pela TV, pela revista, pelo vulgar.
Estão aí para todos:
A Des-palavra,
A Não-palavra,
Parindo os Sem-palavra,
Distribuindo futilidades,
Resumindo idéias;
Desprezando a saída do poço
Da falta de criatividade!
A poesia tomou o ônibus escolar da prefeitura
E foi jogada no meio do caminho.
Quebraram sua moldura,
Torturaram sua leitura.
Eu não estou revoltada!
A poesia, meu bem,
É que foi penhorada,
Injustamente ignorada.
Talita Nayla nasceu em 17/11/82, faz parte do Grupo Experimental da Academia Araçatubense de Letras e participou com poemas nos livros Experimentânea 2 e Experimentânea 3.
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Leia este poema que nosso amigo Paulo H. Capoletti, de Curitiba, fez para a Fábrica!
FABRICANDO
ARTE
De
quando em quando
Espantando
fantasmas esquecidos
Gozamos
o prazer do já vivido
Junto
a um amigo mais que querido
Aquela
cola de almas
Passada
nas palmas dos cumprimentos
Serão
nossos alentos na caminhada
Pela
nova e desconhecida estrada
A
rimar sentimentos
Afinando
pensamentos
Cantando
aos quatro ventos
Mantemos
nossos sentidos atentos
Envelhecemos
a carne
Descartamos
os cabelos
Engordamos
os conhecimentos
Unimos
os mais belos
O
sabor do reencontro
A
felicidade da redescoberta
O
carinho do reconhecimento
O
som do Re
O
sim ao som
O
verso da rima
Da
nota à melodia
Vamos
compondo a vida
Fabricamos
arte
Gostamos
da sorte
Mantemos
o porte
Guardamos
quem parte
Artéria
da vida
Artístico
dia
Artefato
do fato
Que
fabrica a arte nossa de cada dia.
Dedicada
ao Rico
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ESTE É O POEMA QUE O RODRIGO ESGALHA FEZ PARA A FÁBRICA DA ARTE!!!
É um sentimento difícil de explicar
Eles sempre aparecem pra nos ajudar, na tristeza ou na alegria
São companheiros pra todo o tempo
Nos ajudam, dão conselhos, não falam onde está o buraco, mas mostram o local pra não cairmos
Gosto principalmente nos momentos alegres, porque estão sempre sorrindo, contentes nos proporcionam alegria e bons momentos musicais ou de brincadeira.
E quando precisamos estão prontos pra nos ajudar à qualquer hora do dia ou da noite
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